A precipitação de fazer julgamentos ou conclusões…

Muito do que vivemos depende do modo como lidamos com a vida, com as pessoas e com o que nos acontece.
Se nosso olhar é rígido e inflexível, não perceberemos que tudo tem duas faces e que os opostos se complementam, sendo focos de uma mesma energia.
Assim é com o dia e a noite, com a alegria e a tristeza, com a saúde e a doença, com o amor e a raiva, com o bem e o mal, com a delicadeza e a agressividade, com a fraqueza e a força…
Se nos …

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Biosfera »

[29 Abr 2010 | Comentários Desligados | 290 leitores]
Aprenda a plantar vegetais naturais em qualquer lado… incluindo na varanda

Aquele vaso que tem à entrada da sua casa pode ser um excelente local para semear uns coentros ou umas alfaces. Se não sabe como, leia este texto e veja como a Fundação Biológic@ o pode ajudar a comer vegetais saborosos e sem uma pinga de pesticidas nem herbicidas.
Com um puxão despachado, Teresa Fiúza arranca uma tangerina da árvore. Sem demora, abocanha a casca para ver se está boa. Após um sinal de aprovação, vira-se e exclama enquanto sorri: “Agricultura biológica é isto: ir à árvore, pegar na fruta e …

Editorial »

[28 Abr 2010 | No Comment | 245 leitores]
A força das verdades !

Não há como deter a força das verdades !
Existe tanto lixo… que algum ficará encoberto.

Curiosidades »

[27 Abr 2010 | No Comment | 126 leitores]
Show da Língua Portuguesa – Para quem ficou a herança?

Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu assim:
Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres.

Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes.
1) – O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
2) – A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a …

Sem palavras... »

[26 Abr 2010 | No Comment | 160 leitores]
sem palavras…

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Editorial »

[24 Abr 2010 | One Comment | 911 leitores]
Não devemos apostar tudo…

Como é perigoso e escorregadio “apostar todas as cartas ” em alguém ou em algo…
Por um breve tempo, temos a sensação de que a vida é plena e idealizamos a eternidade de uma felicidade irreal.
Quando alguém é tudo, toda nossa vida se move ao redor dessa pessoa. Nada mais existe e o que é pior, nem nós mesmos existimos mais. Seus desejos se tornam nossos, seus medos e preocupações passam a ser nossos, seus dias são nossas estradas diárias…
Mas, como a vida é fonte de sabedoria e não estamos aqui …